Declaração emitida pela Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV) e Movimento Feminino Popular (MFP) conclamando os demais secundaristas que estão ocupando unidades escolares por todo o estado do Paraná e impulsionam o levante de massas contra os ataques do gerencimento Temer aos ataques do povo, a prosseguirem no caminho independente e combativo. 

Nota da Unidade Vermelha sobre as ocupações estudantis no Paraná

Paraná, 23 de outubro de 2016.

Desde o dia 03 de outubro estudantes secundaristas do Paraná iniciaram a ocupação de escolas públicas em todo o estado contra a PEC 241 e a medida provisória 746, também chamada de MP do ensino médio.

Criada pelo gerente de turno Michel Temer (PMDB) a PEC 241 é uma proposta de modificar a constituição brasileira e que na prática congela os gastos do governo federal com educação e saúde durante os próximos 20 anos. Já a MP 746/2016 também assinada por Temer e que entrou em vigor no dia 22 de setembro propõe a reformulação do Ensino Médio com aumento gradativo da carga horária (escola integral) e flexibilização do conteúdo, mas mantendo os baixos salários dos professores e funcionários, falta de material e estrutura precária das escolas. Juntas a PEC e MP visam a precarização do ensino médio e a pavimentação do caminho para sua privatização. Ou seja, querem que os mais pobres paguem a conta da crise!

A todos estudantes secundaristas e jovens revolucionários!

Saudamos ardorosamente todos companheiros e companheiras militantes e bases e convocamos a novas batalhas por forjar ainda mais a organização da juventude revolucionária.

Com informações do Blog da Redação AND

Na tarde do dia 30 de julho foi realizado na Ocupação urbana Aqualtune, no bairro de Pinheiros em São Paulo, um debate acerca da situação política internacional e do 30º Aniversário do Dia da Heroicidade no Peru, relembrando a brava resistência dos presos políticos do Peru que transformaram os presídios do velho Estado peruano em “luminosas trincheiras de combate”, conforme política adotada pelo Partido Comunista do Peru (PCP). Na ocasião, 19 de junho de 1986, mais de 250 presos foram assassinados no presídio de El Frontón, enfrentando sem recuar as forças de repressão e empreendendo derrota moral e política à facínora gerência de Alan Garcia.