Pichações em Curitiba/PR denunciam a abusiva tarifa de ônibus!

Desde o aumento relâmpago da tarifa dos transportes em Curitiba, o valor da passagem saltou de 3,70 para R$ 4,25. Em algumas linhas da região metropolitana a passagem saltou para R$ 5,30. Enquanto para milhares de trabalhadores vai faltar dinheiro no final do mês, a prefeitura lucra R$ 450 mil por dia e a máfia do transporte recebe duas vezes o valor que deveria ser usado para renovar a frota de sucatas.

Este crime contra o povo foi ordenado pelo prefeito Rafael Greca (PMN), para enriquecer ainda mais o monopólio dos transportes de Curitiba, que é controlado pela máfia das famílias Gulin, Bertoldi e Curi e pelos políticos acionistas da Urbs.

O aumento gerou enorme revolta e descontentamento na imensa maioria da população. Nos pontos de ônibus, estações e terminais o sentimento é um só: 4,25 é roubo!

Comitê de Apoio ao AND – Curitiba/PR

No dia 6 de fevereiro de 2017 milhares de estudantes e trabalhadores tomaram as ruas do centro de Curitiba em manifestação contra o abusivo aumento nas tarifas do transporte coletivo em Curitiba e região metropolitana. A tarifa subiu de R$ 3,70 para R$ 4,25.

Antes da manifestação manifestantes e militantes da Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária fizeram uma exitosa panfletagem no Terminal Guadalupe, no centro da cidade. Com megafone, denunciaram o aumento abusivo e a relação visceral de Greca com a máfia dos transportes, convidando todos para o ato. Diversas pessoas que estavam esperando o ônibus aplaudiram e também fizeram o uso do megafone para demonstrar sua indignação.

Redação de AND

Hoje, dia 9 de fevereiro, servidores e funcionários públicos voltaram às ruas em uma combativa manifestação na frente da Alerj (Assembleia Legislativa), no Centro da capital fluminense.

O protesto se deu para exigir deste desmoralizado “governo” estadual o pagamento do mais elementar direito do trabalhador: os salários atrasados. Os criminosos atrasos salariais percorrem meses e têm transformado a vida dos servidores num verdadeiro inferno.

No mesmo dia estava marcada uma nova discussão a respeito dos ataques aos servidores e a entrega da Cedae como moeda de troca deste ilegitimo “governo” do Pezão.