A seguir republicamos um artigo publicado no Jornal Estudantes do Povo de 2005.

O homem é produto da natureza, o seu mais avançado desenvolvimento. Longe de ser o “câncer do planeta” como querem alguns, ele é a realização da matéria enquanto ser pensante. E é justamente a capacidade de pensar que difere os homens de todos os outros seres. Como não atua somente com respostas condicionadas ao meio ele é capaz de realizar gigantescas transformações no mundo, mesmo com sua força e tamanho pequenos foi o que, sem qualquer comparação, mais transformou a realidade que está inserido. Esta capacidade de pensar nada tem de mágico e teve como base bem material nada mais que sua mão com seu polegar opositor. Foi este pequeno detalhe, que dá ao homem a capacidade de movimento de pinça com os dedos, que nos fez pensar. Aliás, mais que isto, foi esta característica presente em determinada espécie de macaco que possibilitou e impulsionou, através do trabalho, sua transformação em humano. Com esta mão o homem primitivo foi capaz de tornar seu trabalho muito mais eficiente e preciso. E nossos antepassados precisavam trabalhar muito para superar as debilidades naturais, no trabalho da luta por sua sobrevivência foi que o cérebro do homem se desenvolveu. A mão com polegar opositor e o trabalho geraram o que somos hoje, Homo sapiens.

No dia 13 de março dois jovens, um menor de apenas 17 anos e outro de 25 anos, entraram atirando na Escola Estadual Professor Raul Brasil no município de Suzano (São Paulo) e assassinaram 5 estudantes e duas funcionárias da escola, além do tio de um dos rapazes. Logo após, se suicidaram. Um dos jovens havia estudado nessa mesma escola.

Com informações La cause du pueple.

No sábado (02-03) a noite, em Grenoble às 22h, Adam e Faith colidiram com um ônibus de moto enquanto eram perseguidos pela brigada anti-Deliquência (BAC). A polícia os perseguia em um veículo, a alta velocidade, enquanto eles não usavam capacete, acusando-os de terem passado no sinal vermelho e recusado uma revista. Os riscos para os dois jovens eram enormes, mas o BAC estava determinado a capturá-los, até mesmo para segui-los na estrada, onde o perigo era ainda maior. É essa perseguição que está por trás da morte dos dois jovens.

Republicamos a seguir documento escrito por Agildo Barata, onde é relatada a incrível história de Hermenegildo de Assis Brasil que mesmo diante das situações mais difíceis, se manteve firme em sua posição de lutar a serviço do povo.