Reproduzimos a seguir nota no portal do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), sobre a proposta do CNE. Desde já afirmamos nosso acordo com a posição dos companheiros.

No último dia 04 de abril, o MEC apresentou a sua Base Nacional Comum Curricular - BNCC, que será o documento que vai servir de referência a todas as escolas do país. 60% da carga horária será Português e Matemática. 40% será dividido entre linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza. Outra opção é optar por ensino técnico profissionalizante nos 40%.


Contundentes ações de agitação e propaganda em Escolas secundaristas nas cidades de Suzano, Osasco e Carapicuíba, na grande Sao Paulo.

As ações foram feitas em celebração ao Dia do Estudante Combatente, data instituída em memória do estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto (1950-1968), jovem paraense de família humilde covardemente assassinado pelo regime militar fascista no dia 28 de março de 1968.

Republicamos nota do Jornal A Nova Democracia.

Em celebração ao Dia Nacional do Estudante Combatente, estudantes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) realizaram um ato político como parte da mobilização nacional chamada pela Executiva Nacional dos Estudantes de pedagogia (ExNEPe), no dia 29/03, no campus de Guarulhos.

As discussões tiveram como principal assunto a intervenção militar em curso no Rio de Janeiro, o fechamento de escolas e universidades e a falsa regulamentação da profissão do pedagogo. Além disso, foram prestadas as devidas homenagem ao secundarista Edson Luiz, assassinado pelas reação no regime militar em 28 de março de 1968.

 

A Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária se solidariza com os companheiros e companheiras da FAG (Federação Anarquista Gaúcha), e repudia com firme ódio de classe a famigerada Operação Érebo.

Em novembro de 2017, a Polícia Civil de Porto Alegre deflagrou esta odiosa operação com o único intuito de criminalizar o movimento popular, expressado ali, na Federação Anarquista Gaúcha. E o pior de tudo, foi a justificativa que usaram para criminalizar a organização: a descoberta de três livros “clandestinos”!