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Com informações do Jornal A Nova Democracia

Théo El Ghozzi, jovem ativista, foi preso em seu local de trabalho, no dia 22 de julho, em Nantes. Ele foi acusado de pichar a casa de um ex-ministro localizada em Orvault e de participar de protestos contra as mudanças nas leis trabalhistas, em 2016. A acusação, porém, não foi provada, e o militante foi posto sob custódia para apresentar-se à Corte de Nantes.

Théo, já no primeiro dia de seu cárcere (22), iniciou uma greve de fome para ser reconhecido como preso político, assim como para exigir liberdade a todos os presos políticos, em particular o prisioneiro da luta palestina, o comunista Georges Ibrahim Abdallah. Ele também exige ser transferido para a prisão de Riom.

A França tem vivido um grande ascenso do movimento de massas, levantes combativos que já duram aproximadamente 10 meses, no movimento que ficou conhecido como "Coletes Amarelos".