Aconteceu na UERJ, no Rio de Janeiro, grandiosa atividade organizada pelo Jornal A Nova Democracia e que contou com a participação de organizações democráticas, revolucionárias e do filósofo da USP Vladimir Safatle.

Entre outras palavras de ordem, a juventude combatente se colocou para impulsionar a campanha de liberdade aos presos políticos do imperialismo pedindo "Liberdade para Theo Gozzi", preso político do imperialismo francês e "Liberdade para camarada Dallas", perseguido político do imperialismo ianque.

A seguir, pubilcamos brilhante trecho do livro "A Viagem", de Graciliano Ramos em que retrata sua passagem na pátria socialista, a URSS, em 1952. Nesta passagem, Graciliano observa a uniformidade do povo soviético, qu se trata da uniformidade prórpria à classe operária.

A seguir reproduzimos o pronunciamento do MEP - Movimento Estudantil Popular (Peru) sobre a situação nacional e internacional.

 

A seguir, publicamos importantíssimo documento do Partido Comunista da China, de 1963, entitulado ‘Sobre o Problema Stalin’. Este documento ficou conhecido como o ‘Segundo Comentário’, de uma série de nove comentários feitos pelo PCCh na batalha ideológica travada pelo contra o revisionismo que tomara de assalto a direção do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), após a morte de Stálin. Um dos eixos do golpe revisionista na direção do PCUS, que permitiu a restauração do capitalismo na União Soviética (URSS) foi justamente eleger o camarada Stalin para ser demonizado. Até hoje, somam-se aos vômitos negros de Kruchov, que assumiu depois de Stalin a direção do Partido e do Estado, toda a récua de revisionistas, trotskistas e apologistas do capitalismo, a repetirem e repercutirem as mentiras propaladas no seu chamado ‘Relatório Secreto’. De tal sorte, que a maioria das mentiras hoje comumente vistas em todo tipo de publicação da burguesia sobre o camarada Stalin, simplesmente repetem as acusações sem provas imputadas por Kruchov e tem em seu infame 'Relatório Secreto' sua fonte primária.

Este documento é uma defesa intransigente do camarada Stalin, do seu papel enquanto dirigente do PCUS e da então pátria socialista, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, como o primeiro Estado operário socialista da História.

Este material foi compilado pela primeira vez de forma integral (a Carta de 25 Pontos e os 9 comentários, ademais de outros anexos) no Brasil pelo Núcleo de Estudos do marxismo-leninismo-maoísmo em 2003, editado e publicado pela Editora Terra no livro de titulo "A Carta Chinesa", que pode ser encontrado a venda na Loja do Jornal A Nova Democracia aqui.

Nós da Unidade Vermelha – LJR defendemos o legado, a história e o papel do camarada Stalin, como o homem de ferro do proletariado e guia dos povos na luta contra o nazifascismo e na construção do socialismo, rumo ao futuro luminoso do comunismo.

  

SOBRE O PROBLEMA STÁLIN

 

COMENTÁRIO SOBRE A CARTA ABERTA

DO CC DO PCUS (II)

 

Pela Redação do Renmin Ribao e

a Redação da revista Hongqi

 

(13 de setembro de 1963)