Com informações de A Nova Democracia

Em meio às diversas manifestações espontâneas que relevaram mais uma vez o rechaço popular à farsa eleitoral, três jovens foram alvo de prisões arbitrárias e acusados pelo velho Estado do “crime” de participar de protestos, no dia 7, domingo.

Publicamos a música produzida em parceria por artistas da cultura popular revolucionária em nosso país, que tem como objetivo denunciar a farsa eleitoral e defender a necessidade de se organizar e lutar pela revolução.

 

Eleição é farsa! Não vote, lute!
Organizar o povo para a Revolução

Já é insuportável a situação de opressão e exploração em que vive o povo, em meio a graves ataques a direitos conquistados com muita luta, suor e sangue das massas de trabalhadores. Particularmente nós da juventude, aglomerados nas periferias das grandes regiões metropolitanas, ficamos sujeitos ao genocídio promovido pelo aparato repressivo das forças policiais do velho Estado, sofremos todo tipo de abuso policial e racismo, ao mesmo tempo que não possuímos direito algum a estudar, trabalhar, de nos locomover e nos divertir.

Reproduzimos o Manifesto do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR). Aproveitamos para tomar posição e nos colocar plenamente em acordo com o seu conteúdo!

Manifesto do MEPR

Abaixo a farsa eleitoral! Não vote, LUTE!

Aos estudantes e à juventude do Brasil!

Companheiras e companheiros,

As eleições de 2018, serão as mais fraudulentas da história de nosso país. Por outro lado, este será o ano que o boicote às eleições atingirá números recordes, podendo superar mais de 50% do eleitorado de nosso país. O boicote às eleições expressa o rechaço espontâneo de nosso povo a essa falsa democracia, a esse sistema político apodrecido e corrupto, que de dois em dois anos obriga os brasileiros a votarem. Se o voto mudasse alguma coisa para melhor nesse sistema, ele não seria obrigatório. Somos obrigados a votar para legitimar esse secular sistema de exploração e opressão e seu velho Estado genocida e podre até a medula; nos dão o falso direito de escolhermos quem nos próximos quatro anos irá presidir a repressão e os ataques aos interesses do povo e da nação brasileira.