A pseudo-refundação da “UV”/Nova Pátria e seu nacional-reformismo eleitoreiro

No 1o turno da farsa eleitoral de 2018, a organização criada pela fração revisionista oportunista de direita e liquidacionista, ecabeçada por Dantas, em nota em redes sociais e blogs, usaram o nome da Unidade Vermelha, para mendigarem votos para Ciro Gomes, deixando mais uma vez bem clara sua obstinação eleitoreira.

    Para nós, não é novidade alguma que os eleitoreiros saem da tumba de dois em dois anos pra convencerem as massas desacreditadas na farsa eleitoral a votarem. Isso por si só não merece o esforço da crítica. E também é verdade que essa nota pífia não encontrou nenhum eco nas massas, a não ser um burburinho em redes sociais do imperialismo.

    Contudo, nos interessa essa crítica nesse momento, pois é uma boa oportunidade para, a partir dela, criticarmos as decorrências oportunistas daqueles que participaram dos levantamentos da juventude combatente nas jornadas revolucionárias de 2013, mas depois capitularam já em 2014 diante a polarização Dilma x Aécio (PT x PSDB). Ou seja, é importante porque trata do balanço de 2013 e de suas decorrências; isto é, das decorrências proletárias x pequeno-burguesas, das decorrências revolucionárias x reformistas, marxistas x revisionistas.

Publicamos abaixo trecho da histórica Parada da Vitória de 24 de junho de 1945, onde militares do Exército Vermelho queimam bandeiras e símbolos nazistas.

 

Com informações de A Nova Democracia

Em meio às diversas manifestações espontâneas que relevaram mais uma vez o rechaço popular à farsa eleitoral, três jovens foram alvo de prisões arbitrárias e acusados pelo velho Estado do “crime” de participar de protestos, no dia 7, domingo.

Publicamos a música produzida em parceria por artistas da cultura popular revolucionária em nosso país, que tem como objetivo denunciar a farsa eleitoral e defender a necessidade de se organizar e lutar pela revolução.