Após a PM assassina e terrorista de João Dória (PSDB) ter massacrado 9 jovens no bairro de Paraisópolis, em São Paulo, durante a realização de um baile funk; ativistas da Unidade Vermelha - Liga da Juventude Revolucionária, panfletaram no dia 11 de dezembro, em denúncia a esse crime.

Na madrugada do dia 01 de dezembro, o bairro de Paraisópolis foi alvo de mais um ataque criminoso da Polícia Militar de São Paulo, enquanto ocorria o baile funk conhecido como “DZ7” (nome da principal rua onde acontece a festa) com presença de cerca de 5 mil pessoas, na sua maioria jovens, a PM fez um cerco no bairro, encurralou as pessoas ali presentes e iniciou o massacre, utilizando todo tipo de maquinário de repressão, indo de bomba de gás lacrimogênio, bala de borracha, chegando a dar disparos com arma de fogo. O que se viu em Paraisópolis foi uma demonstração aberta do que são as forças de repressão desse velho Estado podre e o seu trato com as massas populares do nosso país. O que fazem individualmente principalmente com juventude pobre e negra nas periferias de todo o Brasil diariamente, a polícia fez em massa, torturando os jovens a céu aberto, utilizando tudo que tinha disponível pra isso, desde seus cassetetes até garrafas de vidro, pedra, etc. Intimidaram moradores que pediram socorro e desmarcaram diretamente todos os pedidos no canal que possuem com o SAMU. De imediato após esse ataque terrorista da PM em Paraisópolis, os monopólios de comunicação trataram de dizer que os jovens assassinados pela polícia foram mortos pisoteados na “dispersão” do baile. Não demorou muito tempo quando os vídeos começaram a sair que logo foi desmentido, ficou claro que esses jovens foram assassinados sendo espancados pela polícia. Os familiares foram unânimes no reconhecimento dos corpos em sinalizar que as marcas não era de pisoteamento, e que os rostos estavam com edemas graves sendo sinais claros de lesão por espancamento. Muitos relatos de jovens também que ficaram asfixiados, já que encurralados em becos e vielas, a polícia passou a jogar bomba de gás lacrimogênio por puro sadismo, pois a PM cercava as duas saídas de todas as vielas e os jovens não tinham para onde ir.

Aconteceu na UERJ, no Rio de Janeiro, grandiosa atividade organizada pelo Jornal A Nova Democracia e que contou com a participação de organizações democráticas, revolucionárias e do filósofo da USP Vladimir Safatle.

Entre outras palavras de ordem, a juventude combatente se colocou para impulsionar a campanha de liberdade aos presos políticos do imperialismo pedindo "Liberdade para Theo Gozzi", preso político do imperialismo francês e "Liberdade para camarada Dallas", perseguido político do imperialismo ianque.

A seguir, pubilcamos brilhante trecho do livro "A Viagem", de Graciliano Ramos em que retrata sua passagem na pátria socialista, a URSS, em 1952. Nesta passagem, Graciliano observa a uniformidade do povo soviético, qu se trata da uniformidade prórpria à classe operária.